29 de julho de 2012




“Disfarçamos nosso abandono com frases ousadas e sem verdade alguma. O que a gente gostaria de dizer, mesmo, é: me dê sua mão.”

Martha Medeiros
29/07/2012

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“Eu nunca deixo mesmo claro o que eu tô sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.”

Verônica H.
29/08/2012

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28 de julho de 2012

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Peanuts
28/07/2012

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"Que suas lembranças não sejam o que faltou dizer." 

Fabrício Carpinejar
28/07/2012

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- E o que a gente vira quando vai embora de alguém?
E o Senhor respondeu:
- Uns viram pó. Outros caem igual estrela do céu. Outros só viram a esquina… E têm aqueles que nunca vão embora.
- Não? E eles ficam onde, Senhor?
- Na lembrança.
” 

Vanessa Leonardi
28/07/2012

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E a gente vai se olhar e rir de todo esse dramalhão, vou te chamar de bobo, você vai me chamar de besta e amanhã de manhã um outro sol, não mais tão quente e nem tão brilhoso quanto antes, vai nos convidar pra passear enroscados na calçada da mesma ruazinha apertada e sem graça de sempre, como sempre foi. E as pessoas vão perguntar se você voltou. E você vai dizer que nem foi.

Gabito Nunes
28/07/2012



Algumas pessoas se destacam para nós. Não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e tantas vezes atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. O sentimento que nos move para ajudá-las a despertar um único sorriso. Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco.


Ana Jácomo
28/07/2012
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Antes de atirar e talvez ferir amores, é sábio arriscar alguns passos e deixar o coração chegar mais perto pra ver melhor. Pra ver além. 

Ana Jácomo
28/07/2012

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27 de julho de 2012



Nós dois parecemos um retrato mal-falado do que nunca poderia dar certo.

Gabito Nunes
27/07/2012


"Arrumei os amores, é a primeira regra da vida – saber arquivá-los, entendê-los, contá-los, esquecê-los. Mas ninguém nos diz como se sobrevive ao murchar de um sentimento que não murcha. A amizade só se perde por traição – como a pátria. Num campo de batalha, num terreno de operações. Não há explicações para o desaparecimento do desejo, última e única lição do mais extraordinário amor. Mas quando o amor nasce protegido da erosão do corpo, apenas perfume, contorno, coreografado em redor dos arco-íris dessa animada esperança a que chamamos alma – porque se esfuma? Como é que, de um dia para o outro, a tua voz deixou de me procurar, e eu deixei que a minha vida dispensasse o espelho da tua?" 

 Inês Pedrosa
27/07/2012
 
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