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13 de agosto de 2011




Meu coração se transforma a cada experiência. Mas ainda palpita, sobressalta e se assusta. Ainda é vulnerável como quando eu tinha dez anos.

Lya Luft
13/08/2011

13 de março de 2011


Pra que remexer nas confusões da coisas? Bom mesmo é tentar esquecer o que não tem jeito nem cura.
O problema é que a gente não esquece. Isso que foi empurrado debaixo do tapete, continua lá, olhos abertos, e nos vigia e nos puxa.

Lya Luft
13/03/2011

13 de fevereiro de 2011


"'Se amas alguém, deixa – o livre', me disseram, depositando nos meus ombros todo o peso do mundo."

Lya Luft

13/02/2011

6 de fevereiro de 2011


Pra que remexer nas confusões da coisas? Bom mesmo é tentar esquecer o que não tem jeito nem cura.
O problema é que a gente não esquece. Isso que foi empurrado debaixo do tapete, continua lá, olhos abertos, e nos vigia e nos puxa.


Lya Luft

06/02/2011

16 de janeiro de 2011


Tenho talvez a ingenuidade de acreditar que tudo faz algum sentido, e que nós precisamos descobrir – ou inventá-lo. Qualquer pessoa pode construir a sua "filosofia de vida". Qualquer pessoa pode acumular vida interior. Sem nenhuma conotação religiosa, mas ética: o que valho, e os outros, o que valem para mim? o que estou fazendo com a minha vida, o que pretendo com ela? Essa capacidade de refletir, ou de simplesmente aquietar-se para sentir, faz de nós algo além de cabides de roupas ou de ideias alheias. Sempre foi duro vencer o espírito de rebanho, mas esse conflito se tomou esquizofrênico: de um lado precisamos ser como todo mundo, é importante adequar-se, ter seu grupo, pertencer; de outro lado é necessário preservar uma identidade e até impor-se, às vezes transgredir, para sobreviver.

Lya Luft

15/01/2011

18 de julho de 2010

Meio-amor ♥


A amizade é um meio-amor, sem algumas das vantagens dele mas sem o ônus do ciúme – o que é, cá entre nós, uma bela vantagem. Ser amigo é rir junto, é dar o ombro para chorar, é poder criticar (com carinho, por favor), é poder apresentar namorado ou namorada, é poder aparecer de chinelo de dedo ou roupão, é poder até brigar e voltar um minuto depois, sem ter de dar explicação nenhuma.

Lya Luft

Em 18/07/2010
 
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